O lote 2 da Rota PY15, correspondente ao terceiro trecho da Rota Bioceânica, concentra atualmente seus trabalhos na estruturação da estrada e na instalação de passagens para animais selvagens.

Essas obras combinam infraestrutura rodoviária com medidas de proteção ambiental em uma área estratégica da região do Chaco.
A aplicação da base de asfalto polimérico está progredindo ao longo de metade da pista, cobrindo trechos de 6 metros até que toda a largura da via esteja completa. De acordo com o projeto técnico, a pista principal tem 6 centímetros de espessura e 7 metros de largura, complementada por acostamentos de 2,5 metros em ambos os lados para garantir maior segurança.

Entretanto, a instalação de passagens para animais selvagens continua ao longo do trajeto. Essas estruturas também servem como sistemas de drenagem de águas pluviais.
Elas permitirão a passagem segura da vida selvagem, ajudarão a preservar a conectividade do ecossistema de Chaco e contribuirão para a prevenção de incidentes durante a futura operação da estrada.

Este projeto posiciona o Paraguai como um centro estratégico que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico.
Em nível regional, a nova rota transitável em qualquer clima põe fim ao isolamento histórico das comunidades do Chaco, otimiza os custos de transporte e fortalece a competitividade dos setores agrícola e industrial.

A obra está sendo executada pelo Consórcio Chaqueño del Norte (LT SA, Constructora Heisecke SA e Benito Roggio e Hijos SA), sob a supervisão do Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC).
O projeto envolve um investimento de G. 589.273.467.223, financiado pelo Banco de Desenvolvimento FONPLATA, em conformidade com os padrões internacionais de qualidade.

Essas obras fazem parte do terceiro trecho da Rota Bioceânica de Capricórnio, que abrange uma distância de 224 quilômetros entre Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo. O projeto, dividido em quatro trechos, completa a interligação do Paraguai com a fronteira argentina e consolida o país como um importante polo logístico na América do Sul.
Fonte: Mopc-PY

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