Rota Bioceânica: A nova ponte internacional trará soluções e segurança para Pozo Hondo.

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A construção de uma nova ponte internacional sobre o rio Pilcomayo, que será 100% financiada pelo Paraguai, conforme anunciado recentemente pelo presidente Santiago Peña, visa fortalecer a ligação entre o Paraguai e a Argentina e representa uma resposta concreta às recorrentes inundações em Pozo Hondo.

Foto: Mopc-PY

De acordo com os estudos de viabilidade, o projeto inclui não apenas a ponte, mas também obras de defesa contra inundações para proteger ambas as margens do rio. Essa infraestrutura será integrada ao aterro da Rota Bioceânica, com ajustes no alinhamento e um revestimento protetor para aumentar sua resistência.

O projeto se posiciona como um componente fundamental tanto para a operação do corredor quanto para a resolução de um problema histórico no território por meio de uma solução abrangente.

A nova ponte terá 360 metros de comprimento e ligará Pozo Hondo, no Chaco paraguaio, a Misión La Paz, na província argentina de Salta.

Ela será projetada para suportar uma vazão maior do que a estrutura existente e incluirá acessos rodoviários.

Foto: Mopc-PY

Simultaneamente, está prevista a construção de um Centro de Fronteira no lado paraguaio, com controles integrados e espaços adequados para movimentação de cargas, estacionamento de caminhões e serviços aduaneiros.

Uma passagem de fronteira que se tornou desproporcional.

Atualmente em fase de estudos técnicos, econômicos e socioambientais, a proposta visa substituir a ponte existente de 1995, que hoje limita o trânsito e a operação dessa ligação internacional.

Tudo isso fará parte do Trecho 3 da Rota Bioceânica, em construção entre Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo, no departamento de Boquerón, um segmento estratégico para consolidar essa rota que atravessa o Chaco paraguaio e conectará os oceanos Atlântico e Pacífico.

O investimento estimado é de US$ 46,5 milhões, financiado pelo FOCEM (Fundos Estruturais do Mercosul), e a construção da ponte deverá levar aproximadamente 18 meses. O projeto está avançando para a fase de projeto detalhado e, uma vez concluído, superará uma antiga barreira na fronteira e fortalecerá o Corredor Bioceânico como uma plataforma logística regional.

 

Fonte: Mopc-PY

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