Faltam apenas cerca de 70 metros de pista no trecho central para serem concluídos, a fim de se concretizar a ligação física entre as duas extremidades da Ponte Bioceânica sobre o Rio Paraguai, projeto promovido pelo Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC).

De acordo com o último relatório de obras, o progresso físico-financeiro registrado no final de fevereiro de 2026 foi de 82,58%, com uma projeção estimada de 84,58% para março.
Isso foi explicado pelo engenheiro René Gómez, superintendente de obras do consórcio PYBRA, empresa responsável pela execução da construção.
Desenvolvimento para a região
Além da construção de um trecho de 3,8 quilômetros que liga a Rota Bioceânica (PY015) à ponte, a estrutura conectará Carmelo Peralta (Paraguai) a Porto Murtinho (Brasil), facilitando o comércio e o desenvolvimento econômico e social da região. Essas obras complementares estão sendo executadas pela empresa paraguaia Tecnoedil, integrante do consórcio PYBRA, e a movimentação de 600 mil metros cúbicos de terra já está em andamento.
O projeto também se destaca pelo grande impacto social que está gerando na região do Chaco, uma vez que muitos moradores de Carmelo Peralta e arredores estão trabalhando, direta ou indiretamente, no projeto, fornecendo os serviços e a logística necessários.
Trabalho complementar
Além disso, estão previstas mais obras complementares na cidade de Carmelo Peralta, como a melhoria da avenida dupla e a construção de um parque linear, que servirá de mirante para a Ponte Bioceânica, financiada por Itaipu com um investimento de G. 125.952.948.959.
Após a conclusão da ligação, devem ser realizados testes de carga, bem como o tensionamento dos cabos de sustentação; além de outros trabalhos complementares, como a laje do vão lateral que está sobre o solo.
Isso permitirá a passagem de veículos e equipamentos de apoio. O projeto também inclui um sistema de iluminação cênica para os cabos.
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Fonte: Mopc-PY

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