Objetivo da ação é manter a navegabilidade, assegurar condições adequadas para o transporte fluvial e contribuir para integração logística da região.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) deu início à campanha de dragagem do Rio Paraguai no tramo Norte, entre Cáceres, no estado do Mato Grosso, e Corumbá, no estado do Mato Grosso do Sul.
A iniciativa prevê a remoção de aproximadamente 1.000.000 m³ de sedimentos em 25 pontos críticos, com investimento do Novo PAC estimado em R$ 12 milhões. O objetivo é garantir maior segurança à navegação nesse importante corredor hidroviário, que desempenha papel estratégico para o transporte de cargas e para o desenvolvimento regional.
O primeiro ponto a receber a intervenção foi o passo Descavaldinho, localizado a cerca de 110 quilômetros de Cáceres. Atualmente, os trabalhos estão concentrados no passo Papagaio, um dos trechos considerados prioritários.
Entre os locais que passarão pelo processo de dragagem estão: Ponte, Inharosa, Passagem Velha, Ilha Portobrás, Jacobina, Furado do Totico, Simão Nunes, Jauru, Cambará, Pote, Tucum, Ilha do Tucum, Soldado, Barranco Vermelho, Ilha Bar. Vermelho, Beiçudo, Baiazinha, Corixão, Baía das Éguas, Morrinho, Morro Pelado, Presidente e Paratudal.
Com essa campanha, o DNIT reforça seu compromisso em manter a navegabilidade do Rio Paraguai, assegurando condições adequadas para o transporte fluvial e contribui para a integração logística da região.
A dragagem é a remoção de sedimentos do fundo do rio, o que ajuda a manter a profundidade adequada para a passagem das embarcações. Com a ação, cerca de 1 milhão de m³ de material será retirado em pontos críticos do rio, fortalecendo o transporte fluvial e a integração logística da região.
Fonte: DNIT

.gif)

Então, vamos colocar em prática o nosso projeto Cáceres ao MERCOSUL. Principalmente fomentar a região que vem há muito tempo esquecido pelo Governo.
O projeto é alavancar a agricultura , pecuária e piscicultura com pequenos embarcações para transporte até Caceres, que seria a central de abastecimento e distribuição para toda a região e países vizinhos, inclusive a Bolívia, que está precisando nosso apoio, uma vez que Mato Grosso está de costas há muito tempo.