Na contramão do mercado, colaboradora completa 25 anos na mesma empresa

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Por Digix| Em um mercado de trabalho marcado por mudanças rápidas, novas formas de atuação e trajetórias profissionais cada vez menos lineares, permanecer 25 anos em uma mesma empresa se tornou algo raro.

Foto: Digix divulgação

Segundo dados da Fecomercio SP, o tempo médio que um trabalhador brasileiro permanece no mesmo emprego caiu 27% nos últimos anos, passando de 25,2 meses, em fevereiro de 2021, para 18,4 meses no mesmo mês de 2026.

Na contramão desse cenário, temos Areli Gonçalves que completou 25 anos de trajetória na Digix, empresa que desenvolve softwares para a gestão pública. A colaboradora começou como assistente de informática e hoje atua como coordenadora de equipe no posto fiscal de Ilha Grande.

Mais do que permanecer, Areli cresceu dentro da organização, mudou de função, assumiu novos desafios e chegou a uma posição de liderança. E essa trajetória acompanha a própria história da Digix, que no dia 11 de junho de 2026, também completa 25 anos de ações em prol da modernização de processos, na melhoria da gestão e na entrega de serviços à população.

“Minha trajetória começou como assistente de informática e hoje sou coordenadora de equipe. Quando assumi essa função, senti medo, porque era algo novo para mim. Mas a Digix sempre me deu suporte e me proporcionou treinamentos para que eu pudesse me tornar uma líder melhor. A palavra que tenho é gratidão: pela profissional que me tornei, pelos 25 anos de história e por tudo que a Digix me proporcionou e continua proporcionando”, afirma.

Para além da permanência, a história chama atenção pelo movimento. Não se trata apenas de ficar muitos anos em uma empresa, mas de encontrar espaço para aprender, assumir responsabilidades e se desenvolver ao longo do tempo.

Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar no Centro-Oeste pela GPTW, a Digix mantém uma cultura voltada à valorização dos colaboradores, com benefícios, treinamentos e oportunidades de crescimento profissional. 

Segundo Suely Almoas, presidente da Digix, trajetórias como essa mostram que o desenvolvimento de pessoas não é um tema separado da estratégia do negócio.

Suely Almoas, presidente da Digix

“A Digix desenvolve tecnologia para apoiar a gestão pública, mas essa entrega começa nas pessoas que constroem nossas soluções todos os dias. Quando uma colaboradora cresce, assume novos desafios e chega à liderança, vemos na prática o resultado da nossa cultura que acredita no potencial humano”, afirma.

Ao longo de 25 anos, a empresa acompanhou a transformação digital do setor público e desenvolveu sistemas que contribuem para tornar processos mais eficientes, seguros e acessíveis.

Para Suely, criar tecnologia para a gestão pública exige mais do que conhecimento técnico: exige responsabilidade com as pessoas impactadas por cada solução.

“Fazer software para a gestão pública é trabalhar para pessoas, mesmo quando elas não estão na ponta da tela. Cada sistema desenvolvido precisa facilitar a rotina de servidores, melhorar processos e contribuir para que o serviço público chegue melhor à população. Esse propósito sempre orientou a nossa trajetória”, destaca.

Em um mercado em que mudanças de emprego são cada vez mais frequentes, histórias como a de Areli levantam uma questão importante para empresas de todos os setores: o que faz alguém querer permanecer? Para a Digix, a resposta passa por confiança, oportunidade e desenvolvimento contínuo.

“Ambientes saudáveis não são aqueles em que as pessoas apenas permanecem. São aqueles em que elas permanecem porque continuam crescendo. Esse é um dos maiores aprendizados dos nossos 25 anos e também um compromisso para o futuro da Digix”, completa Suely.

 

 

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