A Rota Bioceânica continua a ganhar forma no coração do Chaco Paraguaio. No Lote 2, localizado na região de Mariscal Estigarribia, no Departamento de Boquerón, a construção avança de forma constante e apresenta avanços concretos em três frentes: manutenção, terraplenagem e obras hidráulicas.

Em termos de manutenção, 59 quilômetros da estrada de serviço já foram reparados, garantindo acessibilidade e apoio logístico para as obras. Além disso, 55 quilômetros foram limpos, limpos e limpos, com 90% de progresso, facilitando a abertura da estrada e a preparação do terreno.
Outro marco importante é a conclusão da camada final de aterro em 24 quilômetros, atingindo uma conclusão geral de 60%.

Os trabalhos de consolidação do solo também estão avançando significativamente. 15 quilômetros de subleito enriquecido com cal foram instalados, com 23% de progresso, e 8 quilômetros de solo-cimento estão em processo de consolidação. Além disso, o armazenamento de pedras para a base estabilizada está em andamento, com a pista de teste planejada para esta semana.

Paralelamente, as obras hidráulicas apresentam avanço de 60% com a instalação de 22 redes de esgoto, essenciais para garantir a drenagem adequada e prolongar a vida útil da infraestrutura em uma área com características únicas como o Chaco Central.
O Lote 2 tem 59 quilômetros de extensão e está sendo desenvolvido pelo Consórcio Chaco Norte, composto pela LT SA, Constructora Heisecke SA e Benito Roggio e Hijos SA, sob a supervisão do Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) e com financiamento do Banco de Desenvolvimento, Fonplata.
A Rota Bioceânica conectará o porto de Santos, no Brasil, ao porto de Antofagasta, no Chile, atravessando o Paraguai pela região do Chaco Central. O Trecho 3, que inclui o Lote 2, abrange 224 quilômetros entre Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo e está dividido em vários lotes de construção.
A nova rodovia não só melhorará a conectividade rodoviária dentro do país, mas também impulsionará a integração regional e gerará novas oportunidades econômicas e sociais para as comunidades do Chaco.
Fonte: Mopc-PY


