Ponte da Bioceânica avança e Segue a Passos Firmes para Conectar Paraguai e Brasil

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Por: Toninho Ruiz. A construção da Ponte Bioceânica, um dos marcos mais estratégico para a integração sul-americana, avança de forma consistente e já registra 76% de execução geral até agosto de 2025, com expectativa de atingir 77,5% até o final de setembro.

Foto: Toninho Ruiz

O empreendimento é conduzido pelo Consórcio Binacional PYBRA sob fiscalização do Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC).

Progresso nas Estruturas de Acesso

Nos acessos à ponte, as equipes intensificam a carga de material para a base cimentada e realizam cortes de subleito entre as estacas 3+940 e 4+120.

Foto: Toninho Ruiz

Os viadutos laterais também avançam: os cordões anticolisão e antissuicídio já foram executados até o vão 8 em ambos os lados, enquanto as barreiras anticolisão chegaram ao vão 8 no lado direito e ao vão 5 no lado esquerdo.

Montagem de Dovelas e Elementos Estruturais

Do lado paraguaio, a fabricação de lajes pré-moldadas segue em ritmo contínuo. A Pila Principal nº 13 já conta com as dovelas D4 (vão central) e D4’ (vão lateral) concluídas.

Foto: Toninho Ruiz

Os mástiles alcançaram a 24ª trepa de um total de 27 por lado, atingindo 88,9% de execução.

Avanço total de dovelas:

Paraguai: 17,07% (7 de 41)

Brasil: 26,83% (11 de 41)

Geral: 21,69% (18 de 83)

Marcos no Lado Brasileiro

Na Pila Principal nº 14, as dovelas já chegam à D6 no vão central e D6’ no lateral, com as próximas (D7 e D7’) em fase de fôrmas e armaduras. Os mástiles foram totalmente pós-tensionados, completando as 27 trepas de cada lado.

Foto: Toninho Ruiz

Além disso, seis pares de tirantes (T1 a T6) já foram instalados, garantindo a sustentação gradual da estrutura.

Integração Cada Vez Mais Próxima

Com esses avanços, a ponte que ligará os territórios de Paraguai e Brasil pela Rota Bioceânica  se aproxima de sua fase final.

Foto: Toninho Ruiz

A previsão é que os próximos meses sejam dedicados à conclusão das dovelas e ao fechamento das estruturas principais, consolidando este corredor estratégico para comércio, turismo e desenvolvimento regional.

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