A construção da Rota Bioceânica já começa a gerar um efeito positivo na economia e na vida cotidiana das comunidades vizinhas. Empresas locais, especialmente hotéis e serviços turísticos, estão relatando um aumento significativo na atividade, principalmente no Lote 1, na área de Mariscal Estigarribia, departamento de Boquerón.

Mónica Matthias, comerciante local, disse que, desde o início do projeto, sua clientela “dobra nesta época do ano devido ao Festival Bioceânico, o que é incrivelmente benéfico para os negócios, especialmente para o setor hoteleiro”. Ela acrescentou que “a demanda triplicou. Não temos mais um mês de pico; em vez disso, há um aumento na demanda hoteleira durante todo o ano”.

Além dos benefícios econômicos, o projeto também demonstra uma ligação estreita entre as autoridades e a comunidade. “Pessoalmente, em meus 43 anos de experiência, nunca vi uma ministra tão envolvida na obra. Ela nos mostra com entusiasmo onde a obra está sendo realizada, nos mostra e explica. Parabéns também ao Ministério de Obras Públicas (MOPC)”, enfatizou Matthias.
Essa relação próxima reforça a confiança dos moradores no projeto e demonstra seu compromisso social.

O Lote 1 cobre 53,8 quilômetros entre os km 102,5 e 156 da Rota PY15 e é administrado pelo Consórcio do Pacífico, sob a supervisão do Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC).
Integração e desenvolvimento
O Corredor Rodoviário Bioceânico conectará o porto de Santos, no Brasil, ao porto de Antofagasta, no Chile, atravessando o Paraguai pela região do Chaco Central. Trata-se do Trecho 3, que se estende por 224 quilômetros entre Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo. Está sendo construído em quatro trechos, incluindo o Trecho 1.

Este projeto não só melhora a conectividade rodoviária dentro do país, mas também impulsiona a integração regional, estimula o comércio e reduz o tempo de logística, promovendo o desenvolvimento econômico e social nas comunidades vizinhas.
Fonte: Mopc-PY


