As obras do segundo lote da Rota PY15 foram retomadas após a emergência climática.

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Após um período crítico marcado por fortes chuvas, as obras de construção do Lote 2 da Rota Bioceânica foram retomadas na região de Mariscal Estigarribia, no Chaco Paraguaio. O objetivo é restaurar a conectividade rodoviária e dar continuidade a um projeto fundamental para a região.

Imagem: Mopc-PY divulgação

Entre março e maio de 2025, as chuvas interromperam parcialmente o tráfego neste trecho e danificaram partes significativas da infraestrutura em construção. A falta de drenagem natural, devido ao solo arenoso, agravou o impacto e complicou os trabalhos de recuperação.

Tarefas de recuperação em execução

Com o retorno do clima favorável, diversas frentes de trabalho foram retomadas. As tarefas incluem a construção de aterros em áreas menos afetadas, a aplicação de solo melhorado com cal, a instalação de bueiros e trabalhos de limpeza e limpeza em áreas específicas.

Uma das principais intervenções foi a construção de um campo de testes de solo-cimento a oeste do km 184,7. Os resultados obtidos permitirão que esse tipo de tratamento seja estendido aos trechos subsequentes, garantindo a qualidade e a eficiência estrutural.

Imagem: Mopc-PY divulgação

O lote 2 está a cargo do Consórcio Chaqueño del Norte, formado pela LT SA, Constructora Heisecke SA e Benito Roggio e Hijos SA. A obra é executada pelo Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC), com um investimento de G. 589.273.467.223, financiado pelo Banco de Desenvolvimento FONPLATA.

A terceira seção da Rota Bioceânica  é dividida em quatro seções. A primeira, com aproximadamente 54 km de extensão, está sendo desenvolvida pelo Consórcio Pacífico; a segunda, com aproximadamente 59 km de extensão, está sendo desenvolvida pelo Consórcio Chaco Norte; a terceira, com aproximadamente 55 km de extensão, está sendo desenvolvida pela CDD Construcciones; e a quarta, com aproximadamente 52 km de extensão, está sendo desenvolvida pelo Consórcio TCR.

Imagem: Mopc-PY divulgação

O projeto abrange um total de 224 quilômetros estratégicos do Chaco Paraguaio, sob a supervisão do Ministério de Obras Públicas (MOPC) e com financiamento do FONPLATA.

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