Sete frentes ativas e 30% de mão de obra local movimentam o Lote 1 da Rota Bioceânica.

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Com sete frentes de trabalho operando simultaneamente, o Lote 1 do Corredor Bioceânico mantém um progresso constante em sua construção, destacando-se também pela participação de mão de obra local, que representa cerca de 30% do total contratado pela empresa executora.

Foto: Mopc-PY divulgação

O engenheiro Silvio Godoy, chefe da construção do trecho, explicou que quatro frentes de terraplenagem e aterro estão sendo desenvolvidas atualmente: uma para base granular, outra para base asfáltica e uma para pavimento rígido.

“Este projeto envolve mais de 150 pessoas, das quais mais de 30% são da região”, observou Godoy, destacando o impacto social e econômico do projeto na região do Chaco. A inclusão de trabalhadores locais contribui tanto para a eficiência da obra quanto para o fortalecimento da economia local.

Foto: Mopc-PY divulgação

Manutenção constante para operação eficiente.

O responsável pela seção explicou que a manutenção das vias auxiliares é realizada continuamente para garantir a segurança e a operacionalidade do projeto. “Em dias de chuva e mau tempo, dedicamo-nos à manutenção das nossas máquinas para que estejam em ótimas condições para os trabalhos subsequentes”, afirmou.

O Lote 1, localizado na cidade de Mariscal Estigarribia, Departamento de Boquerón, estende-se por 53,8 quilômetros, entre os quilômetros 102,5 e 156 da Rodovia PY15. A execução está sendo realizada pelo Consórcio Pacífico, formado pelas empresas EDB Construcciones e Enrique Díaz Benza Cano, sob a supervisão do Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC).

Foto: Mopc-PY divulgação

Infraestrutura que conecta e transforma

A terceira seção da Rota Bioceânica compreende 224 quilômetros, divididos em quatro lotes, conectando pontos estratégicos como Mariscal José Félix Estigarribia e Pozo Hondo.

Este projeto visa consolidar o Paraguai como um centro logístico regional, promovendo a integração com os países vizinhos e fortalecendo o desenvolvimento produtivo e social do Chaco paraguaio, uma região historicamente negligenciada em termos de infraestrutura rodoviária.

 

Fonte: Mopc-PY

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