A maquinaria continua a trabalhar no Chaco. Ao longo de 52 quilômetros da Rota PY15, entre os km 270 e 322, o Lote 4 do Rota Bioceânica atingiu 24% de conclusão, marcando um passo decisivo na construção desta rota que transformará a conectividade regional e abrirá novas oportunidades para milhares de paraguaios.

Nas frentes de trabalho, estão sendo realizados progressos nas escavações, aterros e sub-bases de solo enriquecido com cimento. Também estão sendo construídos bueiros de diversos tamanhos para garantir uma drenagem eficiente, enquanto equipes especializadas estão erguendo cercas perimetrais e realizando a manutenção de estradas de serviço para garantir a disponibilidade operacional na área.

Nada disso seria possível sem o trabalho meticuloso da equipe de topografia, que marca e nivela o terreno com precisão milimétrica, permitindo que máquinas pesadas entrem e coloquem os materiais.
O Lote 4 é administrado pelo Consórcio TCR — TyC SA, Constructora Isacio Vallejos SA (CIVSA) e Rovella Carranza — e faz parte da Seção 3 do Corredor Bioceânico, a rota que unirá Brasil, Paraguai, Argentina e Chile, conectando os oceanos Atlântico e Pacífico.

Além da infraestrutura, o projeto já está gerando empregos locais e fortalecendo as comunidades do Chaco, consolidando-se como um motor de desenvolvimento para toda a região. A supervisão é do Ministério de Obras Públicas e Comunicações (MOPC) e o apoio financeiro vem do Banco de Desenvolvimento Fonplata.
Outros lotes também avançam paralelamente. O lote 1 foi adjudicado ao Consórcio Pacific, composto pela EDB Construcciones e Vial Agro SRL. O Lote 2 foi adjudicado ao Consórcio Norte Chaco, formado por LT SA, Constructora Heisecke SA e Benito Roggio e Hijos SA. Por fim, o Lote 3 está sendo executado pela CDD Construcciones SA.

Juntos, os quatro lotes em construção — lotes 1 a 4 — totalizam quase 224,8 quilômetros de construção ao longo do Corredor Rodoviário Bioceanico entre Mariscal Estigarribia e Pozo Hondo, consolidando esta rota como uma das iniciativas mais estratégicas para a integração regional.
Fonte: Mopc-PY


